segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Sim.
passei-lhe a mão pelos cabelos. de dentro de mim eu sabia que ao escorregar a mão pela sua nuca estaria respondendo, com o tato, a pergunta que ele me fizera com a voz mais trêmula do mundo. voz de menino com medo. de menino chorando. de menino amando. ele me olhou com doçura. era como se esperasse desesperadamente a minha aprovação, a minha mão que agora simbolizava tudo o que ele queria e tudo o que eu, secretamente, sempre quis.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
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